Revista gls árabe

Eu não leio revista com temática gls pois a maioria delas batem na tecla corpo, e esteriótipos que o meio dita. Mas li essa reportagem bem interessante que a Folha de São Paulo deste Domingo (30/05/2010) traz sobre a edição da primeira revista gay árabe.

” “Mithly” não é uma revista como as outras, mas não porque deve ser lida da direita para a esquerda. Lançada em abril, é a primeira revista gay a circular em árabe num país de maioria muçulmana, o Marrocos. O pioneirismo conseguiu uma divulgação inédita para a causa, mas vem causando polêmica nos jornais locais e o silêncio do governo do rei Mohammed 6º. No país, “atos licenciosos ou contra a natureza cometidos com indivíduos do mesmo sexo” podem ser punidos com prisão de seis meses a três anos, além de eventuais multas.” (Folha)

Um dos fatos revelantes é que a revista foi lançada no Marrocos um país conservador, e que punir a relação homossexual.

“Para batizar a revista, foi necessário também sustentar o uso de um termo novo. “Homossexual” não tem equivalente em árabe, a não ser os pejorativos “zamel” (efeminado) ou “chaddh” (perverso). “Mithly” — em tradução literal, “igual a mim” — ganhou o que os especialistas chamam de “nova carga semântica”, quando um sufixo (“y”) amplia o significado de uma palavra já existente (“mithl”, igual).” (Folha)

Quem quiser ler mais sobre a revista, segue o link do Ilustrado .

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7 respostas para “Revista gls árabe”

  1. Quinta-feira passada, um marroquino de Fez, com o nome de Muhammad, me agrediu no trabalho. Eu explico: trabalho com muçulmanos numa empresa de exportação de produtos avícolas, aqui no interior do Paraná. Não sou muçulmano, mas meu pai era, portanto eles não podem nem sonhar que eu abandonei a fé, senão me matam, mas eu trabalho com gente do mundo inteiro, árabes e não-árabes.
    Não que eu saia por aí dizendo que sou gay, mas como sou afeminado, fica na cara. Então, me chamam de “sház” (estranho).

    Me jogaram uma chaira (objecto usado para afiar facas), e depois eu recebi um chute. Foi muito humilhante, eu chorei demais, mas saí daquele ambiente, e sexta nem fui trabalhar. Já estou cansado de ser tratado como um animal, mas entendo que esta é a cultura deles. Se eu estivesse no Marrocos, nem sei se ainda estaria vivo. Lá, eles afogam os gays nas piscinas (os pais de filhos gays), ou então matam em “crimes de honra” os caras que são homossexuais, prática esta comum em todos os países do mundo árabe – menos em Israel, onde os gays árabes vão para Tel Aviv e cortam os laços com suas aldeias de origem.

    Em geral, ser gay no Brasil já não é fácil, já fuii vítima de outras violências, e junto de muçulmanos, então, é ainda pior.

    Eu tenho um namnorado que é português, e pretendo ir para lá, casar-me com ele, se tudo der certo entre nós dois. Lá, pode casar, e homofobia é crime. Quando é que o Brasil será mais justo? Nós também somos gente!

  2. 1} nossa que post chique, das arabias.
    2} boa semana pra vc.
    3} estou fazendo uma disputa com o fabricio viana ele apóia o relacionamento aberto e eu apoio o relacionamento fechado, de que lado você está blogueiro? ahahah

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