Agressões a homossexuais: verbais ou físicas

Semana passada um jogador gay de volei brasileiro foi hostilizado por uma torcida. O chamara de “bicha” enquanto ele jogava numa partida. A cerca de duas semanas o Dep Bolsonaro, incitou pessoas com a fala dele homofobica, e assim as coisas vão, a algum tempo atrás um participante de um programa insinuou que aids é coisa de gay e não de hetero. S

Se recapitularmos, veremos: agressões físicas, como as ocorridas na Avenida Paulista na cidade de São Paulo; essas coisas toscas ditas em programas de tv.

E se formos mais minunciosos também encontraremos o preconceito tomando voz quase que diariamente nas telas da tv, em programas de humor, em que a figura do gay “a bichinha” como eles costumam mencionar sobre gays/homossexuais, é motivo de piada. E em telenovelas, em que os gays/homossexuais são representados de uma só forma.

Esses ecos vão e vem. Vem da sociedade que os capta e os repassa a frente, são apresentado como um mantra diariamente, aumentando o preconceito contra os gays/homossexuais. E o pior é na célula familiar que esse preconceito é mais forte.

A família nesse mundo globalizado, é também recebe um fluxo de pressão e informação, o que faz com que muitos de nós soframos sem poder sermos o que somos, se tornando outro personagem.

É fácil dizer “se assuma”. Para uns é fácil. Mas para uma grande maioria é uma situação que traz pressão, repressão, violência moral e física, e isolamento.

Ser gay/homossexual não é uma party, uma boate, uma pegação, uma coisa cor de rosa; como muitos de nós e também grande número de pessoas da sociedade acha.

O que fazer? Talvez nem eu saiba o que fazer.

O meu conselho é que sejam fortes, criem suas fortalezas, acima de tudo se amem, se respeitem e respeitem os demais. Procurem ser vocês mesmos.

E não se deixem levar por pressões gay ou heteros. Sejam vocês e dêem tempo ao tempo.

Boa semana!

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2 respostas para “Agressões a homossexuais: verbais ou físicas”

  1. A pressão é de fato grande. Para um grande número de pessoas ser assumido é virar uma bichona. Fazer de conta que o mundo é rosa, quando de fato é negro, cheio de preconceito e violência, perpetuando esteriótipos, não é o caminho. Acredito que quanto mais pessoas como você, que hoje mostram que ser homossexual vai muito além de uma bandeira colorida, resgatando valores que de fato fazem a diferença,aparecerem, vamos nós mostrar que esteriótipos e generalizações não condizem com a realidade. Um abraço.

    1. Muito bacana seu comentário Andrey.
      Você faz parte desse grupo que pensa assim, e que junto com nós, tenta mostrar que não somos seres cor de rosa.
      Continue a comentar!
      Abraços

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